Urbanidades, coisas relativas ao espaço urbano. Sub-urbanidades? Uma referência à minha origem no querido bairro de Bangu. Esse blógue vai servir pra falar sobre cidade, cotidiano, sobre minhas paixões pelo futebol ("Uma vez Flamengo, sempre Flamengo!"), pelo samba ("pois e sou da Mocidade Independente"), por política, pelas pessoas e seus jeitos de ser. E se algo que não se encaixar nessa apresentação também aparecer pode ser quem nem seja de todo estranho também.
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domingo, 12 de setembro de 2010
Sabe o 393?
É... aquele mesmo ônibus que faz a ligação entre Bangu e o Castelo, no Centro do Rio... pois bem, nesse fim de semana três ônibus passaram direto e deixaram o Vicente no ponto. Fico pensando, o que pensa um motorista que trabalha para uma empresa responsável por prestar um serviço à população olhar um sujeito no ponto de ônibus fazendo sinal e passar direto. Agora penso por que três profissionais que trabalham como motoristas fazem isso? Aí não entendem porque ao estar desempregados, ao subir nos ônibus com roupas de motoristas, mas vendendo balas não compro uma sequer. Por que tratam o passageiro como coco.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Esqui? Fala sério
Uma prática de quem curte fazer esses passeios é se aventura pelo esqui ou snowboard. Minha proposta foi diferente: trenó. Sim, sim, sim. Sentar no trenó e escorregar neve abaixo. Foi divertido, mas não vou postar foto disso. O mico foi grande, ainda mais nas capotadas durante as escorregadas na neve.
Lago andino, rochas, neve, frio, muito frio, mas paisagens desbundantes. Chegando à entrada do parque o frio aumentou consideravelmente e lá começou a brincadeira. O vento cortava o rosto, tanto que o cachecol se somou aos óculos de sol (devido à claridade) viraram uma máscara. As mãos já não eram sentidas por conta da sensação térmica. Não seria exagero dizer que estava menos dez graus. A mãe de duas crianças que acompanhava o passeio ficou com pena do Vicente, emprestou um par de luvas e uma touca (que apareceram em alguma foto). Como agradeci a gentileza, ô. Para se ter uma idéia, quando estive sem luvas tive que manter as mãos dois minutos diante do aquecedor pra voltar a sentir os dedos. Eu, hein.
Cachorrada
Em todos os lugares, o tempo todo. Muitos, diversos, em sua maioria grandes. Matilhas caminhavam pelas ruas o tempo todo. Dizem que os bichos antecipam os terremotos. Será? Nem sei, só sei que era uma penca. Engraçado que não era só em Santiago, mas também em Mendoza, Córdoba, Rosário e Buenos Aires. Vale dizer que na capital argentina encontrei até mesmo um passageiro canino dentro do metrô. Haha.
Prometi fazer postes falando das férias. Bateu preguiça, passou um tempão mas vou deixar alguns registros.
Também me apresentei ao tal do Oceano Pacífico quando pus os pés em Viña Del Mar , não cheguei perto da água, sacomé, frio que só. Agora, coisa esquisita é ir a uma praia, como Reñaca (também em Viña) num dia em que uma onda polar deixa a temperatura muito, muito baixa. Pior era ver que tinha uma galera rumando para a água com suas pranchas de surfe.
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